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Utilizar as melhores ferramentas de acessibilidade para sites é mais que uma boa prática de design, é uma forma de promover a inclusão digital para todas as pessoas, incluindo deficientes visuais, auditivos ou pessoas com deficiências motoras.

A acessibilidade web envolve uma série de ajustes e recursos técnicos que permitem a percepção, navegação e interação eficiente com conteúdo online, conforme recomendado internacionalmente pelas Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) do W3C.

No Brasil, todos os sites precisam ser acessíveis para que cumpram a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Além disso, há também o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (e-MAG) que é referência oficial que orienta órgãos públicos sobre como implementar esses princípios na prática, consolidando padrões técnicos e ferramentas capazes de verificar, testar e melhorar a experiência dos usuários.

Neste guia, exploraremos as melhores opções de ferramentas de acessibilidade para sites, desde validadores automáticos até extensões e recursos que ajudam desenvolvedores, designers e gestores a criar experiências digitais verdadeiramente inclusivas e em conformidade com padrões reconhecidos mundialmente.

Para que servem as ferramentas de acessibilidade para sites?

As ferramentas de acessibilidade para sites servem para identificar, corrigir e evitar a existência de barreiras digitais que dificultam ou impedem o acesso de pessoas com deficiência ao conteúdo online divulgado em cada página da empresa.

Na prática, as ferramentas ajudam a tornar páginas, sistemas e plataformas perceptíveis, operáveis, compreensíveis e robustas para as pessoas com deficiência navegarem com total autonomia, conforme os princípios das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG).

Essas ferramentas permitem, por exemplo, verificar se um site possui contraste adequado de cores, descrições alternativas em imagens, navegação via teclado, estrutura semântica correta do HTML e compatibilidade com leitores de tela.

Além disso, muitas soluções automatizam auditorias de acessibilidade, apontando erros técnicos e sugerindo ajustes que melhoram a experiência de usuários com deficiência visual, auditiva, motora ou cognitiva.

Dessa forma, a empresa consegue garantir que todas as páginas consigam transmitir a mensagem para as pessoas que acessam o conteúdo, independentemente de ser um visitante deficiente ou não.

Do ponto de vista estratégico, as ferramentas de acessibilidade para sites também contribuem para SEO, usabilidade, conformidade legal (como o e-MAG no Brasil e legislações de inclusão digital) e credibilidade da marca, já que sites acessíveis tendem a ter melhor desempenho, maior alcance de público e menor risco jurídico.

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Quando implementar ferramentas de acessibilidade em sites?

As ferramentas de acessibilidade para sites devem ser implementadas preferencialmente desde o início do desenvolvimento das páginas. O ideal é que ainda na fase de planejamento e design da interface a acessibilidade seja um dos critérios considerados.

Uma vez que isso garantirá que a estrutura do site já nasça alinhada aos princípios de acessibilidade e usabilidade. Ainda no início do projeto é possível definir corretamente hierarquia de informações, contrastes de cores, tipografia legível, navegação por teclado e padrões semânticos de código, evitando retrabalho e custos adicionais no futuro.

A acessibilidade deve ser aplicada durante o desenvolvimento e a implementação técnica, especialmente na criação de layouts, formulários, menus, botões e conteúdos multimídia. Nessa fase, as ferramentas ajudam a testar compatibilidade com leitores de tela, validar marcação HTML, identificar falhas de contraste e apontar elementos que dificultam a interação de pessoas com deficiência visual, auditiva ou motora.

Em caso de um site que não foi desenvolvido considerando a acessibilidade, é importante realizar atualizações, implementando ferramentas de acessibilidade, mudanças de layout e adaptações necessárias para garantir que a página seja acessível a partir da atualização.

Sempre que há uma mudança nas funcionalidades, integração de sistemas externos ou mudanças de layout a acessibilidade também precisa ser considerada. Uma vez que cada alteração pode introduzir novas barreiras digitais, tornando indispensável o uso contínuo de ferramentas de verificação e monitoramento.

Quais ferramentas podem ser usadas para testar a acessibilidade de um site?

Existem diferentes ferramentas que podem ser usadas para testar a acessibilidade de um site, como o caso do WAVE e JAWS que são mais famosos, conheça as possibilidades:

1.      WAVE

O WAVE, na verdade, é um pacote de aplicativos que ajuda os criadores e designers a garantirem que o site que está sendo criado seja verdadeiramente acessível. Esse pacote de apps pode ser usado por empresas de todos os portes, aproveitando que a combinação de ferramentas é compatível com Firefox e Chrome.

Utilizando o WAVE é possível obter feedback diretamente no conteúdo do site, possibilitando a identificação de erros para que seja possível evitar que a página tenha barreiras relevantes que impedem a acessibilidade.

2.      JAWS

 O JAWS é um leitor de telas para programadores conseguirem testar a acessibilidade de um site quando ainda estão desenvolvendo, garantindo que pessoas com deficiência visual consigam acessar o conteúdo.

É uma das ferramentas de acessibilidade mais caras do mercado, contudo, seus recursos são notáveis. Em geral, somente profissionais experientes lidam com a ferramenta por causa da complexidade de sua curva de aprendizado.

3.      DYNO Mapper

O DYNO Mapper é um programa que ajuda a testar o conteúdo, o mapa do site e avaliar a acessibilidade, podendo usar a ferramenta em todos os programas da empresa.

Com planos para diferentes demandas, o DYNO proporciona auditorias do site, inventários de conteúdo e rastreamento diário de palavras-chave. De modo que, seja possível verificar todos os detalhes relevantes da página e ajustar precocemente.

4.      Verificador de Acessibilidade by Intent Based

Para empresas menores que buscam soluções gratuitas, o verificador é uma solução de auditoria que faz uma varredura do site para detectar problemas de acessibilidade com base nos padrões WCAG atualizados.

Basta ter a URL do site para conduzir a varredura e obter explicações detalhadas a respeito dos erros que foram detectados durante a avaliação feita pelo sistema, o que possibilita a correção eficiente de todos os apontamentos.

Como a tecnologia tem tornado os ambientes online mais acessíveis?

A tecnologia tem desempenhado um papel fundamental na construção de ambientes online mais acessíveis, ao reduzir barreiras digitais e ampliar a autonomia de pessoas com diferentes tipos de deficiência. Avanços em software, hardware e padrões web vêm tornando a navegação na internet mais inclusiva, eficiente e personalizada.

Um dos principais aspectos que possibilita esse avanço é justamente o desenvolvimento de tecnologias assistivas, como leitores de tela, ampliadores de conteúdo, softwares de reconhecimento de voz e teclados virtuais. Essas soluções permitem que usuários com deficiência visual, motora ou dificuldades de mobilidade interajam com sites, aplicativos e sistemas digitais de forma mais independente.

Além disso, a evolução dos padrões e linguagens da web, como HTML semântico e CSS responsivo, facilita a criação de interfaces que podem ser corretamente interpretadas por tecnologias assistivas. Isso garante que elementos como menus, formulários, botões e notificações sejam compreensíveis e operáveis para todos os usuários.

A inteligência artificial e o aprendizado de máquina também têm ampliado a acessibilidade online. Recursos como legendas automáticas em vídeos, transcrição de áudios em tempo real, reconhecimento de imagens e leitura automática de textos ajudam a tornar conteúdos multimídia acessíveis a pessoas com deficiência auditiva, visual ou cognitiva.

Outro avanço importante é a popularização das ferramentas de acessibilidade para sites, que permitem auditorias contínuas, identificação de falhas e ajustes rápidos. Essas tecnologias auxiliam desenvolvedores e empresas a manterem seus ambientes digitais em conformidade com normas como as WCAG e o e-MAG, além de melhorar a usabilidade geral.

Por fim, a tecnologia tem impulsionado uma mudança cultural no ambiente digital, incentivando práticas de design inclusivo e centrado no usuário. Ao integrar acessibilidade desde a concepção de produtos digitais, os ambientes online se tornam mais intuitivos, democráticos e preparados para atender à diversidade humana, beneficiando não apenas pessoas com deficiência, mas todos os usuários.

Quais são os 7 tipos de acessibilidade?

Quando se fala em acessibilidade, é importante entender que o tema se subdivide em tipos, que estruturam ações e orientações relevantes para que o ambiente e a empresa sejam verdadeiramente acessíveis, seja no mundo real ou virtual. Entenda mais detalhes sobre acessibilidade arquitetônica, atitudinal, metodológica e outros tipos:

1.      Atitudinal

A acessibilidade atitudinal refere-se à eliminação de preconceitos, estigmas, estereótipos e comportamentos discriminatórios. Está diretamente ligada à forma como pessoas com deficiência são percebidas e tratadas nos ambientes sociais, educacionais, profissionais e digitais.

Promover acessibilidade atitudinal envolve empatia, respeito, capacitação de equipes e uma cultura inclusiva. No contexto empresarial, muitas situações podem ser evitadas ao treinar a equipe, promovendo a eliminação de vieses inconscientes.

De modo que todos os profissionais entendam a relevância de construírem em conjunto uma empresa mais ética, respeitosa e verdadeiramente inclusiva por meio da contratação de pessoas com deficiência e promoção do real acolhimento desses profissionais.

2.      Arquitetônica

No quesito arquitetônico, o objetivo é eliminar barreiras físicas nos espaços urbanos e edificações. Para tal, é necessário construir rampas, investir em elevadores, sinalização tátil, corrimãos, portas largas e banheiros adaptados, garantindo que pessoas com mobilidade reduzida possam se locomover com autonomia e segurança no espaço.

Os sites também podem usar o viés da acessibilidade arquitetônica ao promover a adaptação completa da página em suas estruturas, com o intuito de que sejam verdadeiramente compatíveis com as mais variadas tecnologias assistivas.

Pensando na arquitetura do site é importante ter um profissional experiente e dedicado, que entenda da compatibilidade com tecnologias assistivas para estruturar páginas que serão acessíveis para todos os usuários.

3.      Metodológica

A acessibilidade metodológica está relacionada à adaptação de métodos, técnicas e processos de ensino, trabalho ou prestação de serviços. Ela assegura que atividades, avaliações, treinamentos e fluxos operacionais considerem diferentes formas de aprendizagem e participação, respeitando as limitações e potencialidades de cada indivíduo.

Aspecto que contribui para que as pessoas consigam compreender a mensagem que está sendo transmitida, para que sejam verdadeiramente inseridas na empresa. Por exemplo, um site de treinamento da equipe que tem acessibilidade metodológica tem vídeos em Libras, com a atuação do intérprete, legendas e boa visibilidade.

É importante perceber que a acessibilidade metodológica não se aplica somente ao contexto educacional, sendo importante em empresas para que os colaboradores sejam verdadeiramente integrados ao time e não fiquem excluídos em reuniões, interações virtuais ou treinamentos, por exemplo.

4.      Programática

O termo acessibilidade programática está relacionado ao processo de revisão e adequação de leis, normas, políticas públicas, regulamentos e procedimentos institucionais. Seu objetivo é eliminar regras que, mesmo de forma indireta, excluam ou dificultem o acesso de pessoas com deficiência a direitos, serviços e oportunidades.

O que demanda que toda empresa faça uma revisão interna com o intuito de que possa promover a acessibilidade programática em sua organização ao eliminar regras que dificultam a acessibilidade real.

Em muitos casos, normas como os indicadores que são avaliados para promover um profissional são capacitistas, por exemplo. Nesse contexto, a falta de revisão das normas cria uma barreira que impede a ascensão na empresa quando o profissional em avaliação é deficiente. Independentemente de seu grau de dedicação, a promoção não será concedida e isso acaba afastando talentos.

5.      Instrumental

Em termos gerais, a acessibilidade instrumental refere-se à adaptação ou disponibilização de instrumentos, equipamentos, ferramentas e tecnologias que possibilitam a execução de atividades cotidianas. Exemplos incluem softwares leitores de tela, teclados adaptados, mouses especiais, aplicativos assistivos e recursos de apoio à mobilidade e à comunicação.

Empresas de todos os setores precisam estar aptas para que suas páginas sejam acessadas usando tecnologias assistivas. Ao mesmo tempo, é preciso estruturar medidas de acessibilidade instrumental para que os colaboradores possam desenvolver suas funções com a eficácia esperada.

Portanto, são dois aspectos que precisam ser revisados na organização, visando manter a acessibilidade e produtividade alinhadas.

6.      Acessibilidade nas comunicações

Por meio da acessibilidade nas comunicações é possível garantir que informações e conteúdos sejam transmitidos de forma compreensível a todos.

Aspecto que envolve o uso de Libras, legendas, audiodescrição, linguagem simples, comunicação alternativa e acessível tanto em ambientes físicos quanto digitais, incluindo sites, aplicativos e materiais institucionais.

Neste caso, a acessibilidade precisa ser eficaz para a comunicação interna e externa, visando atingir todos os consumidores da marca e também os colaboradores da empresa.

7.      Natural

Por fim, a acessibilidade natural refere-se às condições ambientais que favorecem ou dificultam a participação das pessoas no ambiente, como os cadeirantes que precisam de cadeiras anfíbias para acessar o mar.

A areia da praia é, por si só, uma barreira de acessibilidade que pode ser contornada com inúmeras medidas para adaptar o ambiente visando que todos possam acessar o mar.

Essas medidas para eliminar barreiras naturais influenciam diretamente o bem-estar, a orientação e a autonomia, especialmente para pessoas com deficiências sensoriais ou cognitivas.

Quais são os benefícios de investir em ferramentas de acessibilidade para sites?

Investir em ferramentas de acessibilidade para sites gera benefícios que vão muito além da inclusão social. Essas soluções impactam diretamente a experiência do usuário, o desempenho digital, a reputação da marca e até os resultados de negócio, entenda mais detalhes:

Ampliação do alcance de público

A disponibilização de ferramentas de acessibilidade permite que pessoas com deficiência visual, auditiva, motora ou cognitiva naveguem e interajam com o site. Isso amplia significativamente o público potencial, incluindo milhões de usuários que, sem esses recursos, estariam excluídos do ambiente digital.

Melhoria da experiência do usuário (UX)

Sites acessíveis são mais intuitivos, organizados e fáceis de usar para todos. Ajustes como navegação clara, textos legíveis, contraste adequado e estrutura semântica beneficiam não apenas pessoas com deficiência, mas também idosos, usuários em dispositivos móveis e pessoas que utilizam conexões lentas.

Impacto positivo no SEO e no desempenho orgânico

Boas práticas de acessibilidade caminham junto com SEO técnico. Elementos como uso correto de headings, textos alternativos em imagens, links descritivos e código limpo facilitam a indexação pelos mecanismos de busca, contribuindo para melhores posições no Google, o que é relevante para todas as marcas que buscam visibilidade online.

Conformidade com normas e redução de riscos legais

O uso de ferramentas de acessibilidade para sites ajuda a manter a conformidade com diretrizes como WCAG, e-MAG e legislações de inclusão digital. Isso reduz riscos jurídicos, especialmente para empresas, instituições públicas e organizações que atendem grandes audiências e ficam mais expostas às denúncias por falta de acessibilidade.

Fortalecimento da imagem e da credibilidade da marca

Empresas que investem em acessibilidade demonstram compromisso com diversidade, responsabilidade social e ética digital. Esse posicionamento fortalece a confiança do público, melhora a reputação institucional e gera valor de marca a longo prazo.

Otimização de custos e prevenção de retrabalho

Ao identificar problemas de acessibilidade de forma antecipada, as ferramentas evitam correções emergenciais, alterações de layout ou código e gastos extras após o lançamento do site. A acessibilidade integrada ao processo torna o desenvolvimento mais eficiente, reduzindo custos e riscos para a empresa.

Compatibilidade com diferentes dispositivos e tecnologias assistivas

Ferramentas de acessibilidade garantem que o site funcione corretamente com leitores de tela, navegação por teclado, comandos de voz e diferentes tamanhos de tela, tornando a experiência consistente em múltiplos contextos de uso, o que é essencial no mercado atual dado o aumento do uso de dispositivos móveis no cotidiano para acessar os mais variados tipos de sites.

Aumento das taxas de engajamento e conversão

Quando o site é acessível, mais pessoas conseguem navegar, compreender o conteúdo e concluir ações como preenchimento de formulários, compras ou cadastros. Isso reduz abandono, melhora métricas de engajamento e impacta positivamente as conversões.

Monitoramento contínuo da qualidade digital

Muitas ferramentas de acessibilidade para sites oferecem auditorias periódicas, relatórios e alertas, permitindo acompanhamento constante da qualidade do site e ajustes contínuos conforme novas páginas, conteúdos ou funcionalidades são adicionados, evitando que a acessibilidade seja prejudicada durante atualizações.

Como escolher as melhores ferramentas de acessibilidade para sites?

Escolher as melhores ferramentas de acessibilidade para sites exige uma abordagem estratégica, que considere os objetivos, maturidade técnica da equipe e o tipo de site

A seguir, veja um passo a passo prático que começa na definição de objetivos e se conclui no monitoramento contínuo após a implementação das ferramentas, entenda:

1.      Defina os objetivos de acessibilidade do site

Antes de tudo, identifique o que você precisa alcançar: conformidade com WCAG ou e-MAG, melhoria da experiência do usuário, redução de riscos legais, otimização de SEO ou tudo isso junto. Ter objetivos claros ajuda a filtrar ferramentas que realmente atendam às suas necessidades para começar o processo de forma eficaz.

2.      Avalie o tipo e a complexidade do site

Considere se o site é institucional, e-commerce, portal de conteúdo, sistema web ou site governamental. Projetos maiores e mais dinâmicos exigem ferramentas robustas, com auditorias contínuas e relatórios detalhados, enquanto sites menores podem se beneficiar de soluções mais simples e acessíveis do ponto de vista financeiro.

3.      Verifique a compatibilidade com padrões reconhecidos

As melhores ferramentas de acessibilidade para sites devem seguir diretrizes internacionais, como WCAG 2.1 ou 2.2, e referências nacionais, como o e-MAG. Verifique se a ferramenta informa claramente quais critérios avalia e como classifica os erros encontrados na auditoria.

4.      Combine testes automáticos e manuais

Nenhuma ferramenta automatizada detecta todos os problemas de acessibilidade. Priorize soluções que ofereçam testes híbridos, combinando análises automáticas com guias para avaliação manual, especialmente para navegação por teclado, leitores de tela e compreensão do conteúdo.

5.      Teste a facilidade de uso e os relatórios gerados

Ferramentas eficientes devem apresentar resultados claros, priorizar problemas críticos e sugerir correções práticas. Relatórios visuais, exportáveis e compreensíveis facilitam a tomada de decisão e a comunicação entre equipes técnicas, designers e gestores.

6.      Verifique integração com o fluxo de desenvolvimento

Se o site passa por atualizações frequentes, escolha ferramentas que se integrem ao navegador. Isso permite testar acessibilidade continuamente, evitando que novos erros sejam introduzidos durante as atualizações.

7.      Considere o nível técnico da equipe

Avalie se a ferramenta é adequada ao conhecimento da sua equipe. Algumas soluções são mais técnicas, voltadas a desenvolvedores, enquanto outras são ideais para gestores, redatores e profissionais de marketing. A melhor escolha é aquela que será usada de forma consistente, otimizando a experiência dos colaboradores.

8.      Faça testes com tecnologias assistivas reais

Além das ferramentas, valide se o site funciona bem com leitores de tela, navegação por teclado e comandos de voz. Ferramentas que incentivam e facilitam esse tipo de teste oferecem uma avaliação mais próxima da experiência real do usuário. Caso a ferramenta não disponibilize a validação, é útil consultar seus colaboradores com deficiência para que eles mesmos possam testar o site.

9.      Considere custo-benefício e escalabilidade

Compare versões gratuitas e pagas, limites de uso, número de páginas analisadas e recursos disponíveis em cada solução antes de escolher a ferramenta que te ajudará a tornar seu site acessível. Considere se a ferramenta poderá acompanhar o crescimento do site e novas demandas de acessibilidade no futuro antes de contratar a opção escolhida.

10.      Estabeleça um processo contínuo de monitoramento

Por fim, escolha ferramentas que permitam monitoramento recorrente, já que acessibilidade não é uma ação pontual. Sites mudam, conteúdos são adicionados e novas barreiras podem surgir. A ferramenta ideal ajuda a manter a acessibilidade como prática permanente de sua empresa.

Conclusão

Investir em ferramentas de acessibilidade para sites passa a ser uma necessidade estratégica em um contexto social no qual a vida digital é tão relevante quanto a rotina offline.

Ao adotar soluções adequadas e integrá-las de forma contínua é possível criar experiências mais inclusivas, melhorar a usabilidade e garantir conformidade com padrões e legislações.

Mais do que atender requisitos técnicos, a acessibilidade representa um compromisso com a inclusão, a ética e a qualidade da presença digital. Conte com a plataforma ICOM para garantir a comunicação com colaboradores surdos e promova a inclusão em sua empresa.

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Especialista em Acessibilidade, ICOM

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